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Bem vindo ao meu Blog e ao encantador universo do Coaching.
Meu objetivo aqui é divulgar o papel do Coach e minha experiência nesta área.
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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Querer, precisar e merecer



Trabalhando com Coaching, eu lido frequentemente com o estabelecimento de objetivos, com o acesso das pessoas à vontade de chegarem a algum lugar diferente de onde estão neste exato momento.

Muitas vezes a dificuldade das pessoas de chegarem onde desejam, deve-se à forma como os assuntos estão estruturados em suas mentes. Ao longo da sessão, com perguntas específicas que faço, as pessoas vão conseguindo separar o joio do trigo. Com as ideias mais claras, o caminho para chegar ao objetivo também fica mais nítido.

Hoje especificamente quero falar sobre a diferença entre:
  • Eu QUERO
  • Eu PRECISO
  • Eu MEREÇO

Quando eu digo frases como:
“Eu quero um novo carro”,
“Eu quero parar de fumar”,
“Eu quero uma parceria afetiva prazerosa”,
“Eu quero uma situação financeira mais equilibrada”,
“Eu quero mais realização profissional”,
“Eu quero emagrecer”,
“Eu quero um filho”

assim como outras tantos “queros” que repetimos, estamos simplesmente manifestando uma VONTADE.

Isto é suficiente para conseguirmos o que desejamos?

Com certeza não. É aí que entram as outras duas palavrinhas: preciso e mereço...

O que está por trás de dizer  “Eu preciso de ...”?

Existem dois aspectos distintos, porém extremamente importantes que devemos analisar quando dizemos “eu preciso de ...”:
  1. Se eu preciso de algo, isto é de fato importante para mim, num nível profundo, associado aos valores que me motivam – este é o lado bom da moeda. É importante perguntar-se o que você ganha se conseguir isto que tanto precisa. Aprofundando-se chegamos de fatos aos valores que te motivam.
  2. Por outro lado, se eu preciso de algo específico, pode também significar que eu acredito que este algo específico seja a única forma de satisfazer a um valor profundo que é importante para mim. Isto pode ser perigoso. Quando vemos algo específico como uma única possibilidade, isto nos aprisiona. Devemos dar um passo além e investigar: “existem outras formas para satisfazer a esta mesma necessidade?”. Isto gera escolhas e nos coloca num estado emocional mais confiante de que é possível conseguirmos o que queremos.

Vou dar um exemplo: se eu digo que “Eu preciso de um parceiro afetivo”, o que pode estar por trás desta frase?
  1. Qual o valor importante para mim que vou satisfazer ao concretizar este objetivo? Talvez seja a necessidade de amar e ser amado, visto que isto de fato é muito importante para mim.
  2. Ter um parceiro afetivo é a única forma de satisfazer a esta necessidade? Com certeza não. Posso amar os filhos, os amigos, os pais e familiares. Além obviamente de encontrar formas de manifestar o meu amor por estas pessoas. Mais ainda, posso alimentar a mim mesma de auto amor.

Conclusão: ao acessar o porquê precisamos conquistar um objetivo, fortalecemos a vontade de ir atrás dele. Ao descobrir formas alternativas de satisfazer a esta necessidade, aliviamos do “peso” de consegui-lo, ao mesmo tempo criamos caminhos alternativos para chegar lá.

Tá, mas onde entra o merecimento nesta história?

Agora que já sabemos o que queremos, o porquê precisamos disto e nos aliviamos do peso de consegui-lo, precisamos com toda sinceridade fazer a seguinte pergunta:

“Eu mereço isto?”

Note que esta pergunta precisa ser feita de forma bem sincera. Se houver qualquer parte dentro da sua mente que acha que você não merece, isto vai te atrapalhar. 

Às vezes achamos que “quem consegue prosperidade financeira é mais inteligente que nós”, “quem consegue um parceiro afetivo é mais bonito que nós”, “quem tem um filho é mais amoroso que nós”, “quem consegue parar de fumar é mais perseverante que nós”, ou outras frases similares...

Resumindo, em qualquer destas “frases” estamos dizendo para nós mesmos que existe outro tipo de pessoa que merece mais do que nós conseguir o que desejamos.

Desafie esta crença, ela não é um fato. Tenho certeza que existem pessoas menos inteligentes, mais feias, menos amorosas e menos perseverantes que conseguiram o que desejavam, simplesmente porque achavam que mereciam.

Então repita para você mesmo com toda a convicção – “Eu MEREÇO!”.

A partir daí então complete a frase abaixo de acordo com seu objetivo:

“Eu quero ... pois preciso de ... . Mesmo que eu não consiga o que preciso exatamente como pensei, vou achar formas alternativas de consegui-lo, simplesmente por que eu mereço!”

Boa sorte e lembre-se de me contar como foiCoachAngela


Abraços,
Ângela Medeiros
Personal and Executive Coach

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O prazer e a satisfação da meta atingida



Esta publicação de hoje é curtinha, queria compartilhar minha sensação de PRAZER e SATISFAÇÃO por finalmente conseguir concretizar uma meta: iniciar atividades físicas.

Eu vinha há muito tempo lutando para iniciar, mas por motivos vários ainda não tinha conseguido. Quero então registrar meus aprendizados neste aspecto e o quanto de Coaching eu usei para isto.

A satisfação...

Minha satisfação e prazer vem de algo muito além de conseguir finalmente fazer o famoso Ö nesta meta. O prazer vem também da energia que a atividade física proporciona, das novas perspectivas que se abrem frente a um novo hábito adquirido. Tá, você provavelmente está pensando que este não é um hábito ainda. Eu respeito a tua opinião, mas eu sinto dentro de mim que as estratégias que usei desta vez foram mais consistentes para viabilizá-lo. Nada como usar o Coaching comigo mesma na criação de estratégias...

Curioso para saber as estratégias?

  1. Criação de plano geral da semana - montei um calendário semanal, bem colorido, com as minhas atividades regulares. Reservei então um tempo no início de cada dia para as atividades físicas, quando tenho menos chances de "imprevistos" me atrapalharem.
  2. Identifiquei uma atividade física que eu gostasse - Pilates. Ao longo do tempo fui ouvindo relatos de vários amigos do quão satisfeitos estavam com o Pilates.
  1. Achei um local pertinho da minha casa - chego a pé em 2 minutos, ganhando tempo - quem gosta de perder tempo?
  1. Reservei este como o meu hábito novo da semana - venho há várias semanas percebendo que não funcionava pra mim querer mudar tudo ao mesmo tempo. O esforço do novo, até que ele se transforme em hábito, consome energia. Passei então a distribuir minhas atividades "novas" na linha do tempo. Finalmente chegou a semana de iniciar o Pilates.
  1. Identificar um elo muito claro entre esta atividade e meus objetivos de longo prazo - este é clássico no Coaching : se uma meta não tem um ganho atrelado a valores muito profundos teus, é muito mais difícil persegui-la. Agora eu consegui sentir dentro de mim qual era este elo.
  1. Compartilhar - O simples fato de registrar no Blog este feito, marca ainda mais o momento, além de que eu consigo usar uma outra técnica de Coaching que relato no próximo item.
  1. Observar o que eu perco se não conseguir atingir esta nova meta que estou me propondo - manter as atividades físicas na rotina. Agora que publiquei este artigo, tenho potenciais perdas caso eu pare - como vou encarar as perguntas de todos?

Quais são as tuas metas de curto prazo que vão te trazer satisfação e prazer? Pensa e age rápido, não adie os bons prazeres da vida. No meu caso pessoal, aprendizado é um destes prazeres ... Coaching é outro...

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Auto-confiança e Humildade

Este fim de semana, fazendo coaching informal com um amigo, abordávamos o tema auto-confiança.


Já percebeu como diversas pessoas, mesmo face às suas maiores qualidades, ou seus melhores talentos, preferem ignorar os elogios que recebem tomando-os como tentativa de agradá-los ao invés de ver pelo que realmente são - um reconhecimento de um talento ou habilidade diferenciada?

Você conhece alguém assim? Talvez intimamente?

Então, ao longo da conversa, percebemos dois motivos que levam a tal comportamento:
  • alto padrão de exigência
  • medo de não ser humilde
Calma, vou explicar o que envolve cada um destes motivos.

O alto padrão de exigência leva as pessoas a sempre acharem que algo para ser digno de elogio estaria num patamar mais alto do que eles realmente realizaram. Sabemos que apenas quem define altos padrões de exigência se supera e atinge a excelência. A chave aqui é, como tudo na vida, o equilíbrio. Quando sabemos o padrão da excelência, mas conseguimos perceber cada degrau que subimos na escalada para atingir este padrão, valorizamos cada salto celebrando nossa evolução contínua. Entretanto, se comparamos cada degrau com a distância que falta para chegar ao topo, podemos abalar nossa auto-confiança e diminuir a velocidade da subida. Tudo é uma questão de como escolhemos direcionar o nosso olhar. Uma outra chave, é comparar-se com outras pessoas, para observarmos como fazemos determinadas tarefas com mais facilidade que elas. No entanto, aqui precisamos muitas vezes que alguém de fora nos indique os parâmetros de comparação. Se estamos com o olhar viciado, não veremos nossas fortalezas.

O medo de não ser humilde é um pouco mais complexo de entender. Crescemos acreditando que humildade é uma virtude, o que de fato é. Entretanto, confundimos humildade com não poder ser reconhecido, ou não poder ser superior aos outros, ou ainda, temos o receio de ao sermos reconhecidos, ficarmos cheios de si, o que seria o oposto da humildade. Como nossa mente confunde a negação de uma ideia com a própria ideia, registramos apenas a ideia. Frente ao medo de que o reconhecimento pode fazer-nos sentir cheios de si, rejeitamos qualquer reconhecimento, e passamos assim a não dar valor aos nossos próprios talentos, ou às nossas próprias conquistas. A chave aqui é enfrentar o medo. Aceitar o elogio e observar o orgulho e a vaidade (inimigos da humildade). Se percebermos um deles, podemos desviar o foco de nós para quem nos direcionou o elogio. Uma tática que eu uso é dizer para o autor do elogio, que tudo que ele observa no outro ele tem nele em potencial. Pronto, aceitamos o elogio externo, reforçando nossa auto-confiança sem deixar isto impedir de sermos humildes.

Que fique claro, se combinamos alto padrão de excelência, com auto-observação, busca por auto-superação contínua e equilibrada, enfrentando os nossos medos, conquistaremos tudo que desejarmos, gerando auto-confiança. Mas diga-se de passagem, é preciso também humildade para nos enxergarmos como de fato somos, nem mais nem menos que ninguém, apenas seres em evolução.


Quer dar mais um passo na tua jornada de fortalecer a tua auto-confiança?

           Entre em contato comigo: CoachAngela

domingo, 31 de julho de 2011

O Assessment Alpha como Ferramenta de Coaching*


Para o sucesso  de um processo de Coaching, o Coach precisa ter no seu arsenal um conjunto vasto de ferramentas, para que possa, com maestria, escolher qual vai mais efetivamente acelerar o processo de mudança no seu Coachee. Dentre as ferramentas do Coach, um Assessment bem utilizado aumenta o nível de consciência no Coachee da realidade atual, favorecendo a percepção da necessidade de mudanças.

O objetivo deste artigo é descrever a Ferramenta Assessment Alpha, esclarecendo a teoria que lhe serviu de base, detalhando as principais características e identificando as situações de Coaching onde ela pode ser utilizada.

A Ferramenta Assessment Alpha foi criada com base na vasta experiência de Kate Ludeman e Eddie Erlandson nos processos de Coaching de executivos altamente bem sucedidos como Michael Dell (Dell), Meg Whitman (eBay), dentre tantos outros. Kate e Eddie perceberam que junto aos resultados espetaculares produzidos pelos líderes, muitas vezes eles inadvertidamente deixam um rastro de destruição por onde passam. Esta percepção alavancou a construção da teoria da Síndrome do Macho Alpha, publicada em seu livro.

A partir do preenchimento de um questionário, a Ferramenta Assessment Alpha identifica o quão intensamente o líder apresenta:
·        as três principais características Alpha (foco em resultado, senso de urgência e assertividade);
·        os riscos dos Alpha (competitividade, impaciência e controle da raiva);
·        as características e riscos em cada um dos quatro estilos de liderança (comandante, visionário, estrategista e executor)
O relatório produzido pela Ferramenta Assessment Alpha ilustra graficamente de forma clara a intensidade de cada característica, bem como relatório descritivo apontando tendências e riscos do líder. A forma gráfica e didática acelera no líder a tomada de consciência da necessidade de modular, através do processo de Coaching, os seus comportamentos de risco. Mediante este sinal de alerta o líder se compromete com a mudança e toda a empresa se beneficia.

Este é um dos casos de uso da Ferramenta Assessment Alpha – modulação dos riscos.
O outro caso de uso comum é na melhor integração de um grupo de líderes. À medida que os líderes completam o questionário e identificam seus traços mais marcantes, percebem onde suas qualidades mais fortes se complementam com as dos seus pares e onde os atritos mais comuns podem ser fruto da diferença nos estilos. Por exemplo, um alfa visionário pode frustrar-se com os questionamentos detalhados de um alfa estrategista. Conhecendo as diferenças, ambos buscarão melhor relacionamento.
Similar ao caso anterior, podemos elencar ainda uma terceira situação onde o uso da Ferramenta Assessment Alpha é benéfico num processo de Coaching de times: ao aplicar a Ferramenta nos líderes de um grupo, podemos perceber a carência de um dos quatro estilos de liderança (comandante, visionário, estrategista e executor) e decidir como suprir esta carência: desenvolver o estilo em um dos líderes, em todos ou buscar trazer para o grupo alguém forte neste estilo?

Elencamos neste breve artigo os principais pontos da Ferramenta Assessment Alpha.

Existem inúmeras outras situações favoráveis ao uso da Ferramenta, assim como vários outros detalhes de cada um dos 4 estilos de liderança. A percepção adequada dos estilos e a modulação dos riscos a eles associados, fortalecem o Líder, público alvo mais comum dos processos de Coaching.

Referências:
LUDEMAN, Kate; ERLANDSON, Eddie. A Sídrome do Macho Alpha. Rio de Janeiro, 2007.
*Artigo produzido para o Grupo de Estudos de Coaching realizado na ABRH-RS 2011/1

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Aprendizado da Semana: Aceitação e Confiança

Precisamos aceitar o que a vida nos apresenta. Ao invés de resistir e brigar com a realidade, tentando entender o porquê das coisas não estarem do jeito que gostaríamos, que tal tentar mudar o ângulo, e ver onde está a beleza e o rico  aprendizado nesta realidade atual, tal qual ela se apresenta?

Tudo tem um propósito, e se conseguimos  mudar o olhar, despertando em nós a CONFIANÇA de que TUDO está do jeito que deveria estar neste exato momento, a sensação de paz é magicamente IMEDIATA, abrindo-nos espaço mental e emocional para enxergar o aprendizado embutido na situação atual.

Eu sei que isto pode parecer auto-ajuda ... e na verdade é. Se você mesmo não se ajudar, quem vai conseguir fazê-lo? Ninguém muda ninguém, apenas nós temos o poder de mudar a nós mesmos, mas para isso precisamos:

"ACEITAR as coisas que não podemos mudar,
lutar por aquelas que podemos e
ter SABEDORIA e CONFIANÇA para distinguir uma situação da outra."

Uma dica que tem-me sido útil: lute no início, encha-se de energia para iniciar, persista frente aos desafios, mas à medida que as dificuldades se repetem, se perceber que isto te angustia mais que motiva a continuar na luta, faça uma breve pausa para uma bela oração (ou reflexão para quem não acredita em orações). Após esta pausa, pergunte-se:

"o que eu preciso fazer de diferente em relação à esta situação?"

Quando a pergunta é sincera, confiamos que obteremos resposta e abrimo-nos de fato para ouvir ...

... a resposta vem!

Às vezes sob a forma direta de uma ideia ou estratégia nova,  de um caminho complementar ao atual, ou ainda um texto recebido por e-mail, um telefonema de um amigo. Em alguns casos como um simples reforço mental de que você está no caminho certo, apenas precisa ter paciência, pois ainda não está na hora de colher o tão desejado resultado.

O que isto tudo tem a ver com o Coaching?

Coaching é um processo de fazer perguntas objetivas que nos levem a ter um maior auto-conhecimento, visando enxergar respostas de caminhos que nos possibilitem chegar onde queremos.

Achou interessante?

Entre em contato comigo: CoachAngela

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Preocupação ou Real Ação ?

Uma das características do ser humano é o raciocínio, é o que o distingue dos outros animais. Usamos este raciocínio para várias coisas, como melhorar nossa condição atual, bolar soluções para os nossos problemas e pensar estrategicamente em como evitar problemas no futuro.

Até aí nenhuma novidade ou problema. O desafio aparece quando exacerbamos esta característica do raciocínio, principalmente com relação ao pensamento estratégico para o futuro. Este exagero tem um nome, chama-se preocupação.

 Uma das definições do dicionário Aurélio para a palavra preocupação chega a ser alarmante, mas elucidativa:

"Ideia fixa e antecipada que perturba o espírito a ponto de produzir sofrimento moral "

Preocupar-se é ocupar-se previamente. Concordo que seja um exercício de raciocínio, entretanto, não é o único ou sequer o mais produtivo.

Como saber o limite entre o raciocínio estratégico produtivo e a preocupação sinônimo de sofrimento?

A resposta para esta pergunta está inserida na própria palavra preocupação. O raciocínio estratégico tem que gerar uma real ação, senão ele é mera perda de tempo. Vamos ver alguns exemplos comparativos entre preocupação e real ação:

Preocupação
Real Ação
Eu vou ser demitido.
-Como posso fazer para aumentar minha empregabilidade?
-Vou pensar em que alternativas eu tenho se eu for demitido.
Esta minha dor de cabeça pode ser sinal de um tumor sério.
-Vou agendar uma consulta num médico e até lá não vou pensar no assunto.
-Esta dor de cabeça pode estar associada a eu ter tomado espumante ontem. Vou parar de beber por um tempo para observar.
O cliente recusou a minha proposta, eu nunca vou ter sucesso.
-Vou elencar os pontos que posso melhorar para a elaboração da próxima proposta.
-Vou fazer uma análise comparativa entre a realidade deste cliente e os outros 5 que aceitaram a minha proposta.
A vendas caíram, vou ter que mudar de ramo.
-Normalmente esta época entre o Natal e o Carnaval tem menos movimento. Vou enumerar as opções de rendimentos alternativos para este período.
-Já vou começar a planejar minhas férias no ano que vem para esta época.

Mas como eu mudo este padrão?

O primeiro passo na mudança é identificar que existe um problema. Se você já chegou até aqui, parabéns, para dar os próximos passos, o processo de Coaching pode ajudar.

Entre em contato comigo: CoachAngela

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Ano Novo ou Novo Ano?



Nesta época do ano ficamos todos mais reflexivos, avaliando o ano que passou e fazendo planos para o ano que inicia em breve, criando as famosas resoluções de Ano Novo.

Entretanto, dia 1/janeiro vai ser sempre ANO NOVO, independente de você estipular metas para ele ou não. Mas existem algumas viradas quando iniciamos um NOVO ANO.

Qual a diferença?

A diferença entre ANO NOVO e NOVO ANO é o quão NOVO este ano vai ser. O quanto de coisas diferentes você vai fazer nele, ou fazer dele?

Se você ainda não assistiu o filme chamado "Groundhog Day", eu recomendo. Sem querer estragar a graça do filme, o protagonista se pega acordando TODO dia no mesmo dia, com todos os acontecimentos a sua volta se repetindo exatamente iguais, até que resolve fazer de cada dia um NOVO DIA - agindo diferente a cada novo amanhecer - muda totalmente a perspectiva...

Como crio um NOVO ANO?

Depende só de você, do quão disposto você está de exercitar estes 3 verbos:

  • PLANEJAR
  • AGIR
  • PERSEVERAR

O primeiro, a maioria de nós já exercita, criando as resoluções de Ano Novo. O segundo, muitos conseguem por algum tempo. Contudo, as pessoas que tem êxito nas suas resoluções, são as que conseguem PERSEVERAR no AGIR em direção ao PLANO, revisando-o de acordo com os aprendizados ao longo do caminho.

Neste processo, ajuda quando seguimos uma metodologia ou temos alguém para nos manter no rumo certo. O processo de Coaching oferece ambos.

Então, quer ajudar para fazer deste ANO NOVO um NOVO ANO?

           Entre em contato comigo: CoachAngela

domingo, 5 de dezembro de 2010

Tudo é aprendizado...


Durante uma de minhas sessões recentes de peer coaching*, dei-me por conta de mais uma maravilha do processo de coaching:

  • APRENDIZADO

*(Fazendo um rápido parênteses, peer coaching é o processo onde dois coaches treinados alternam-se no papel de Coach e Coachee. O Coach é quem lidera a sessão, fazendo perguntas que auxiliam o Coachee a andar em direção aos seus objetivos.)

Cada vez que sou Coachee , aprendo com cada pergunta inteligente que meu Coach me faz. Aprendo mais ainda a cada resposta que preciso formular. Lembremos que ao processo da fala, antecede um processo de construção do pensamento e concatenação de ideias. Ambos são essências do processo de aprendizado.

Mas na verdade, o que mais me impressionou positivamente nesta sessão em particular, foi o aprendizado diário que podemos fazer ao mudarmos nosso paradigma frente aos desafios. Existem duas maneiras de olhar uma situação difícil, um conflito ou uma frustração:

  • Descontentamento
  • Buscar o aprendizado

Não se preocupe, vou explicar cada um dos dois...

A reação da maioria das pessoas, é de descontentamento. Sinceramente, é a primeira reação que temos e é uma reação natural. Se gostássemos de imediato das contrariedades da vida, ainda estaríamos nas cavernas, dormindo no chão duro e frio.  Não é nada fácil vencer o descontentamento ... mas não é impossível! Quando conseguimos avançar para o próximo estágio, vencendo este descontentamento e buscando o aprendizado que podemos extrair da situação, mesmo que ainda não tenhamos percebido qual a lição a aprender, uma boa parte do descontentamento se esvai. O melhor de tudo, é que abrimos a mente para de fato enxergar o aprendizado.

Mas atenção, não vale falso progresso!

Nada de bancar o "evoluído" e dizer que venceu o descontentamento. A negação da realidade é tão somente um estágio intermediário no processo da mudança. Melhor que o descontentamento, com certeza, mas precisamos avançar para os próximos estágios: aceitação, busca do aprendizado e adotar uma nova ação.

Desejo sorte na tua mudança para o paradigma do aprendizado !

Se precisar de ajuda neste processo entre em contato: CoachAngela

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Cada dia é um novo recomeço ...

           Um dos pontos que mais me encantou no processo de Coaching foi a combinação virtuosa entre:

o    FOCO
o    OTIMISMO

           Ambos são importantes, mas sinceramente quando andam juntos:

           O êxito é inevitável

           Percebi isto na minha experiência pessoal. Sempre me considerei uma pessoa otimista, mas quando corajosamente olhei para trás com a visão de hoje, percebi que só obtive  saltos significativos nos momentos da minha vida onde combinei  foco e otimismo de forma sustentável e crescente. Depois de conhecer o processo de Coaching, percebi que isto não acontecia apenas comigo.

Como assim, preciso combinar os dois de forma sustentável e crescente?

           Por diversas vezes eu me mantinha otimista, mas não tinha a agilidade para tomar uma decisão e partir para a ação, porque eu não tinha FOCO.  Ajustando um velho ditado: já no dicionário, a ação vem antes do resultado.

           Por outro lado, muitas vezes eu tinha o FOCO, mas  no fundo não estava de fato inteiramente otimista de que obteria os resultados que eu desejava. Ou então iniciava com otimismo, mas não conseguia sustentá-lo, ou fazê-lo aumentar na medida necessária quando os desafios começavam a surgir.

Tá, mas como o processo de Coaching alia FOCO e OTIMISMO de forma crescente e sustentável?

           É cientificamente comprovado, que sempre que compartilhamos uma meta com alguém, temos maiores chances de atingi-la. As estatísticas vão mais além, quando colocamos esta meta por escrito, de forma clara, mensurável e relevante para nós, também aumentamos nossa chance de atingir estes resultados.

           Esta é uma das premissas do Coaching: definir objetivos claros, mensuráveis e relevantes. Isto é definir o FOCO.

           Uma outra premissa do Coaching é aumentar a percepção da realidade, possibilitando traçar caminhos possíveis para atingir um objetivo. Aliada a esta, temos uma terceira premissa, que é fazer o levantamento dos possíveis riscos e desafios neste caminho, para traçarmos antecipadamente rotas alternativas. Ora, quando sabemos que é possível atingir nossos objetivos, temos confiança e nosso otimismo cresce.

           Por fim, ao longo do processo de coaching, embora tenhamos feito o levantamento de riscos, desafios e rotas alternativas, ainda não estamos habituados a sustentar o otimismo, ou tropeçamos em antigos hábitos. Afinal, mudar um comportamento leva tempo. É exatamente neste momento que o Coach é fundamental para nos fazer ver a realidade do que já conseguimos, ao invés de olhar o que ainda falta, desta forma nos permitindo ver que não importa o que já fizemos (ou não fizemos), mas acreditar que:

Cada dia é um novo recomeço...

Então, quer fazer hoje o recomeço do teu caminho de Felicidade, realização e sucesso?

           Entre em contato comigo: CoachAngela

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Quem pode se beneficiar do Coaching?

        Interessante a surpresa das pessoas ao ver no meu cartão de visitas "Personal and Professional Coach".

        Algumas achavam que o Coaching era somente para Gestão de Carreira, outras para Atletas. Outras ainda, confundem com Consultoria (mas vou deixar este tópico para um próximo artigo...)

Mas afinal, quem pode se beneficiar do Coaching?

        O Processo de Coaching vai ajudar às pessoas que estão precisando passar por uma mudança.

Eu preciso Mudar?

        Mudança é uma das forças da Vida!

Somos todos regidos por 2 forças:

  • Força de Conservação -  A força interna em nós que quer manter as coisas como estão, conservando nossas conquistas e ganhos atuais.
  • Força de Mudança - A força que nos faz aprender coisas novas para dirimir situações desagradáveis ou nos fazer progredir (ou ambos).

        "Quem faz sempre as coisas do mesmo jeito, atinge sempre os mesmos resultados."

        O ser humano foi feito para evoluir, e se não buscamos por conta própria os caminhos para esta evolução, a vida se encarrega de fazer mudanças na nossa trajetória. Você conhece alguém que estava extremamente insatisfeito com um emprego, um relacionamento afetivo, sua rotina de exercícios físicos (dentre outros) e de repente foi surpreendido com uma demissão, um divórcio ou um problema sério de saúde? O que acontece nessas situações?

        A pessoa é obrigada a mudar !!!

        Invariavelmente, se encaramos com otimismo a mudança, concluímos que ao final dela estamos melhor do que antes. O que aconteceu? Evolução e aprendizado.

        Que tal então preparar a sua mudança, ao invés de ser surpreendido com ela? Aí é que entra o processo de Coaching.

Por que o Coaching ajuda nos processos de mudança?

        O Coaching, por sua metodologia testada e aprimorada ao longo de vários anos, ajuda a guiar a pessoa durante este processo de mudança e achar internamente as forças para sustentar o processo até atingir os resultados esperados.

        Além disso, o Coaching reforça nossa auto-confiança de que se soubermos procurar, temos as soluções para todas as situações que vivemos. Certamente, com maior auto-confiança, chegamos onde queremos.

De que tipos de mudança estamos falando então?

        São vários os exemplos de situações, mas vou destacar as mais comuns:
  • Quero emagrecer mas não consigo
  • Quero parar de fumar
  • Quero fazer atividades físicas
  • Quero um melhor relacionamento afetivo com meu parceiro(a) ou um familiar próximo
  • Quero abrir um novo negócio
  • Estou na dúvida se devo ou não mudar de emprego
  • Estou na dúvida se devo ampliar meu negócio atual
  • Quero ser promovido no meu trabalho

Então, quer ajuda no TEU processo de mudança?
        Entre em contato comigo: CoachAngela